O Passado Negro do Cinema Nacional

post_pornochanchada

Na década de 70 um gênero do cinema brasileiro estava muito em alta, qual era ele?
A Pornochanchada!

Sim! a Pornochanchada surgiu em São Paulo e contou com uma produção bem numerosa e comercial, contando com diretores de talento como (Cláudio Cunha; Alfredo Sternheim; Ody Fraga; Fauzi Mansur, entre outros).

A pornochanchada nada mais era que um filme pornô um pouco mais light, além de contar com atores de nome como Eva Wilma, Nuno Leal Maia, Antônio Fagundes,
Vera Fischer, Tereza Rachel, Christiane Torloni, André de Biase, João Carlos Barroso, Lima Duarte e tantos outros eram vistos em filmes com nomes sugestivos: Gente que Transa, Nos Tempos da Vaselina, Cada um Dá o que Tem e Bem Dotado.

 

Nos anos 80 começou a decadência deste gênero, porém como qualquer coisa que passa deixa sua marca, a pornochanchada deixou sua grande marca, ou  posso dizer sujeira no cinema nacional, afinal nosso cinema virou sinônimo de nudez + palavrões e é claro que esta combinação fizeram com que as emissoras de tv nos anos 90
só exibissem filmes nacionais em horários avançados, dando a entender que seriam sessões eróticas.

Após esta aulinha sobre essa putaria que foi o cinema nacional, vamos as provas – os cartazes de alguns filmes.
Obs.: este post também vale como referência artística na produção dos cartazes e é claro para ver algumas bizarrices e mal gosto de alguns filmes.

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Agora este aqui era um porno mesmo das antigas: olha o nível disso! blearrghh!

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